segunda-feira, 25 de abril de 2011

Pegar.


O ato, a cena, o jeito, a vontade.

As mãos coçam e querem pegar. Pegar o que? Que fique “subentendido” também, como todo o resto. No ato está a pegada, e não nas palavras.

Vale a pena? Não sei. Quer descobrir?


E repito para mim mesma: vale a pena? Não sei. Quero descobrir. Um dia, quem sabe. Não hoje.


Pegada.

O que define a pegada? Qual a sua definição para a pegada? Será que pode definir por apenas palavras ou atos “sem o toque”? Dependendo do ato, né?

E onde frisa o ato, se ele não foi no mínimo prescrito? Na verdade, esperaria um bocado de sentimentos quentes nessa hora. É aí que você entra.

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