sexta-feira, 29 de abril de 2011

Desejos

Os desejos que são incondicionais, que supostamente não existem, por que você não os conta para ninguém. Feliz de quem cumpre a promessa feita a si própria, de um dia por em pratica tais desejos, que fluem em sua imaginação deitada na cama, antes de dormir.

Desejos esses, que pessoas próximas achariam loucura, ou delicioso, e você nem sabe. Que talvez compartilhassem com você.

Desejos que te faria subir às paredes, que te levaria à loucura, que te satisfaria por meses, até o praticar novamente. Desejos seus, que às vezes são condenados por religiões, crenças, pessoas, ou por você mesma.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

E bom dia a você também, linda. Sei que seu bom dia não foi sincero, mas o meu foi. Desejo-lhe, inclusive, que você ganhe um premio no jogo do bixo, de R$ 250,00. Sei que ficaria contente, mesmo que se fizesse os cálculos, descobriria que gasta muito mais que isso no decorrer dos dias até sair um prêmio seu.

Pessoas que vivem de ilusão. Acha que ser mesquinha a torna melhor, ou a maioral do bairro. Vive em função da historia alheia e fica feliz pela vida que leva. Sem graça.

Ignorância cúmplice do seu dono. Nem o chimarrão tem o gosto amargo como deveria ser. O seu amargo é rouco, impotente, sem sal. Completa ignorância.

E burro quem se importa com esse tipo de gente. Apenas mostra que o nível é tão baixo quanto à linda.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Já lhe disse que mostrar-se forte não muda sua condição?

E que o fato do pensar acaba lhe contradizendo? Onde dizes que o simplório é o correto, e seus atos falam por si próprios, mostram que você não acredita em si mesmo.
E cadê sua ambição, que queres mostrar em sua face?

Achas que a vida é fácil, e a faz de difícil, em maneiras onde acreditas estar tornando fácil. E vezes que não nota que sua felicidade traz desgraça alheia. E ainda queres ser forte?

Onde está a pessoa que eras antes que se tornaste a de hoje? Cadê sua alma?

Onde está seu coração?


Dentro de grades de aço, ele é tão sensível quanto imagina. Você não se sente sufocado às vezes? Diria que tudo condiz com sua condição de difícil, difícil à vida que leva, difícil achar facilidade na coisa certa, difícil achar a pessoa certa.


Enquanto isso, ao invés de conter-se em sua própria sabedoria fechada, em um estar consigo mesmo por um mísero tempo que pareceria a eternidade, está aí, sugando o veneno pelo canudinho, com um sorriso falso nos olhos, alimentando uma dor tanto sua, quando do outro.


E eu estou aqui, pronto para salvar a alma de mais um sofredor de sua própria infelicidade.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Pegar.


O ato, a cena, o jeito, a vontade.

As mãos coçam e querem pegar. Pegar o que? Que fique “subentendido” também, como todo o resto. No ato está a pegada, e não nas palavras.

Vale a pena? Não sei. Quer descobrir?


E repito para mim mesma: vale a pena? Não sei. Quero descobrir. Um dia, quem sabe. Não hoje.


Pegada.

O que define a pegada? Qual a sua definição para a pegada? Será que pode definir por apenas palavras ou atos “sem o toque”? Dependendo do ato, né?

E onde frisa o ato, se ele não foi no mínimo prescrito? Na verdade, esperaria um bocado de sentimentos quentes nessa hora. É aí que você entra.

Chá

Como ser o chá, aquele antes de dormir:

Simples, completo. Frescura? Uma pitadinha de açúcar.

Simples, completo. Um saquinho de origem desconhecida, com o efeito necessário. Calma.

Erva-doce, maçã, frutas estranhas ou aquele que você nem lembra o nome. Chá.

Simples, completo. Apenas uma água quente, um saquinho branco e uma pitadinha de açúcar.

E toda aquela paz. No ato de tomar chá.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Digamos que de alguma forma, o imprevisível seria apenas uma forma de ver a vida, uma maneira diferente de aceitar os acontecimentos que vem para o bem ou para o mal, um singular ao que os crentes chamariam de destino, ou uma sátira de algum incrédulo.



Eu acredito no imprevisível, da mesma forma como acredito no destino e como acho ridículo todas as pessoas que se lamentam pelo mesmo.