quinta-feira, 25 de outubro de 2012

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Morrer leva um segundo.
Se arrepender e frustrar é uma vida inteira.
Pra mim, pessoas que conversam e não olham nos meus olhos,
é como se estivesse falando pelas minhas costas.

terça-feira, 16 de outubro de 2012


Pelas minhas veias corre a mais limpa musica tocada a ritmo de coração, e já minhas palavras saem cantadas, tanto quanto meu caminhar virou uma dança infinita. Não consigo mais explicar o que penso, pois às vezes sai com timbre de violino e uma melodia melancólica, ou então batida como um eletrônico agitado, misturado com uma emoção colorida.

Sinto que no sangue pulsa ondas sonoras e cores, e então descubro que eu sou arte, como uma pintura inacabada, apenas esperando o tempo e o ambiente continuar a me pintar em formato 3D para que eu possa sair da tela mais viva e reluzente do que quando eu estava apenas na imaginação.

E quando eu me for, vou ficar na memória de cada um de uma forma única, onde cada um me ouve e me vê de uma forma diferente. Meu som, minhas cores, meu eu puro e limpo. E no fim, só restarão marcas de tinta vermelha no chão.

terça-feira, 9 de outubro de 2012


É difícil deixar pra traz o que ter faz feliz. Mas quando o universo te tira uma coisa boa, era por que ele realmente precisava dessa coisa para um motivo muito mais forte que o seu, e para compensa-lo ele te devolve três coisas boas com a mesma intensidade que a que você perdeu.

Mas se ele tirou por outro motivo, tipo para testar se realmente era para ti, ele não deixa de te dar as três coisas quando você apaga do seu coração essa coisa antiga. Mas se um dia você volta a tê-la, é doze vezes mais forte e imenso para ti, e dessa vez é muito importante.

Às vezes o universo te deixa experimentar um pouco do mais doce dos sabores que você nunca experimentou antes e depois tira de ti. Isso é apenas para você sentir que deve ir a busca disso. Faz-te levantar a bunda da cadeira e fazer acontecer.

Não costumo por textos de outros autores, mas aqui está.

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UMA VIDA INTERESSANTE

"E, se eu lhe disser que estou com medo de ser feliz pra sempre?" pergunta ao seu analista a personagem Mercedes, da peça Divã, que estréia hoje em Porto Alegre.

É uma pergunta que vem ao encontro do que se debateu dias atrás num programa de tevê. O psicanalista Contardo Calligaris comentou que ser feliz não é tão importante, que mais vale uma vida interessante. Como algumas pessoas demonstraram certo desconforto com essa citação, acho que vale um mergulhinho no assunto.

"Ser feliz", no contexto em que foi exposto, significa o cumprimento das metas tradicionais: ter um bom emprego, ganhar algum dinheiro, ser casado e ter filhos.

Isso traz felicidade? Claro que traz. Saber que "chegamos lá" sempre é uma fonte de tranqüilidade e segurança. Conseguimos nos enquadrar, como era o esperado. A vida tal qual manda o figurino. Um delicioso feijão-com-arroz.

E o que se faz com nossas outras ambições?

Não por acaso a biografia de Danuza Leão estourou. Ali estava a história de uma mulher que não correu atrás de uma vida feliz, mas de uma vida intensa, com todos os preços a pagar por ela. A maioria das pessoas lê esse tipo de relato como se fosse ficção. Era uma vez uma mulher charmosa que foi modelo internacional, casou com jornalistas respeitados, era amiga de intelectuais, vivia na noite carioca e, por tudo isso, deu a sorte de viver uma vida interessante. Deu sorte?

Alguma, mas nada teria acontecido se ela não tivesse tido peito. E ela sempre teve. Ao menos, metaforicamente.

Pessoas com vidas interessantes não têm fricote. Elas trocam de cidade. Investem em projetos sem garantia. Interessam-se por gente que é o oposto delas. Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. Estão dispostas a mudar de cor preferida, de prato predileto. Começam do zero inúmeras vezes. Não se assustam com a passagem do tempo. Sobem no palco, tosam o cabelo, fazem loucuras por amor, compram passagens só de ida.

Para os rotuladores de plantão, um bando de inconseqüentes. Ou artistas, o que dá no mesmo. Ter uma vida interessante não é prerrogativa de uma classe. É acessível a médicos, donas de casa, operadores de telemarketing, professoras, fiscais da Receita, ascensoristas.

Gente que assimilou bem as regras do jogo (trabalhar, casar, ter filhos, morrer e ir pró céu), mas que, a exemplo de Groucho Marx, desconfia dos clubes que lhe aceitam como sócia. Qual é a relevância do que nos é perguntado numa ficha de inscrição, num cadastro para avaliar quem somos? Nome, endereço, estado civil, RG, CPF. Aprovado.

Bem-vindo ao mundo feliz.

Uma vida interessante é menos burocrática, mas exige muito mais.

Martha Medeiros, em 22 de março de 2006, mas me cai como uma luva hoje!

Eu amei. Obrigada por me mostrar isso Tony. Agora eu gostaria muito de saber de que livro pertence.

Primeiro, quem não gostou de ouvir a Jewel cantando é pq não sabe nada de nada mesmo! Segundo, gostaria de salientar que a Jewel é a melhor do mundo! Huashuashuashu tá parei.

PS: o dente dela é lindo ahushuashuaahushuauhas

Tá, brincadeiras a parte, lala rara iriuririiruru ah ah ah!!!

Adicionem o que quiserem, pagamentos, futilidades, coisas inúteis, tempo desperdiçado, façam o que quiserem por que eu vou fazer o que eu quiser.  Eu estou salvando a minha alma!!! E essa letra incrível com essa voz fenomenal só veio a calhar.

Who will save your soul?

Não são as medidas que importam, não é a marca do carro, não é a cor da roupa, não é o sapado calçado. Sim onde você mora, com quem mora, como mora, e não me refiro a casa literalmente falando. Trocar tudo. Quanto será que demora a construir uma vida nova? A casa é onde você caminha, por que ruas passa, com quem se relaciona. E aí você faz tudo novo de novo como quer. Reseta o passado e cria um novo futuro. Tudo novo de novo, volto a repetir. Por que o final não é o que importa e sim o caminho. E quando vemos que o caminho estava sujo, nós temos a opção de sair pela culatra e começar a roçar um caminho até chegar no caminho certo.

O que importa realmente é o que te faz bem. Eu amo ouvir a Jewel cantar, como eu gosto de dirigir e viajar. Eu gosto de errar, por que eu gosto de aprender cada vez mais.

Who will save your soul?

E eu descobri que eu estou pronta para salvar a minha própria alma há muito tempo. I and myself. Just it.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Who Will Save Your Soul





People living their lives for you on TV
They say they're better than you and you agree
He says hold my calls from behind those cold brick walls
Says come here boys, there ain't nothing for free
Another doctor's bill, another lawyer's bill, another cute cheap thrill
You know you love him if you put him in your will, but ...

Who will save your soul when it comes to the flowers now
Who will save your soul after all the lies that you told, boy
Who will save your soul if you won't save your own?

We try to hustle them, try to bustle them, try to cuss them
The cops want someone to bust down on Orleans Avenue
Another day, another dollar, another war, another tower
Went up to where the homeless had their homes
So we pray to as many different gods are there are flowers
But we call religion our friend
We're so worried about saving our souls
Afraid that God will take His toll that we forget to begin but

Who will save your soul when it comes to the flowers now
Who will save your soul after all the lies that you told, boy
Who will save your soul if you won't save your own?

Some are walking, some are talking, some are stalking their kill
You got social security, but that don't pay your bills
There are addictions to feed and there are mouths to pay
So you bargain with the Devil, say you're o.k. for today
You say that you love them, take their money and run
Say, it's been swell, sweetheart, but it was just one of those things
Those flings, those strings you've got to cut
So get out on the streets, girls, and bust your butts

Who will save your soul when it comes to the flowers now
Who will save your soul after all the lies that you told, boy
Who will save your soul if you won't save your own?

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Eu só acho uma coisa: tu ta perdendo tempo não dando pra mim. Sexo é muito gostoso, e eu sei fazer direitinho. Se quiser, faço carinho e falo coisas bonitinhas. Sei cozinhar e fazer massagem. Faço todos esses agradinhos por apenas um preço: a gente faz sexo vulgar, chulo, gostoso, e fica tudo quite.

Alem do mais, o mundo vai acabar mesmo, não? Por que não aproveitarmos esses últimos meses suando na mais prazerosa das atividades físicas?

Poderíamos começar em um local publico, com muitas pessoas por perto, e sem ninguém perceber. Esconder o prazer e apenas sentir.

terça-feira, 2 de outubro de 2012


Eu quero abraçar todas as pessoas que eu sinto carinho
Eu quero beijar rostos macios
Eu quero dizer o quanto eu gosto disso
Eu quero sentir o cheiro de perfume no pescoço
Quero olhar nos olhos e sorrir
Quero dar a piscada de um olho só
Quero estar no mesmo lugar para brincar
Quero estar e nada dizer

domingo, 23 de setembro de 2012

Ah, liberdade! Carregue-me dentro do teu ventre até o momento em que posso por fim voar. Sinta-me como o pico de energia e confie em mim. Não deixe que os maus olhos se afixem, e feche o meu corpo. Deixe eu compor a minha própria vida, e sentir que a felicidade é a parte mais importante dessa viagem. Não me deixe acreditar em ilusões e em falsas religiões. Me mantenha sã, de pé e viril.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012


Eu sou uma princesa. Uma pequena grande princesa, forte e concentrada, com a inteligência de uma grande líder e possível descobridora de mundos. Tenho a determinação dos Deuses, e consequentemente sou uma conquistadora nata. Minha força se encontra no poder de aprender com facilidade tudo, independente do que for. Além de bruta vontade, sou carismática, onde conquisto meus súditos, e assim ganho forças para a conquista. Almejo grandes façanhas, e só me sinto completa enquanto estou na batalha por elas. Não me apego a bens materiais, mas mantenho por perto os que são necessários para meus trajetos e caminhadas. Olho o mundo com a simplicidade que é, e trato todos da mesma maneira, com respeito. Minha vida é conquistar, e meu rumo é o da sabedoria. Ajo com boa índole e caráter, e restrinjo meu coração apenas a sentimentos verdadeiros. Guardo não só as boas, mas qualquer amizade, amando a todos. Faço jus minha palavra, e sigo sempre em frente sem abaixar a cabeça. Não sei aceitar a não aceitação, já que pouco tive experiência com a mesma. Aprecio a natureza, os animais e o silencio. Eu sou uma princesa.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Meus amores e amoras que leem meu blog. As postagens aqui serão restritivamente sem importância sentimental pra mim. Tem muita gente lendo e tal, então deixou de ser interessante escrever o que eu sinto a respeito das coisas. Não que eu ache que alguém se importe, mas sim por que o que tem a ver com o meu intimo seria o mesmo que se eu publicasse fotos nuas aqui para os meus amigos verem. Não quer dizer que eu não quero que vocês saibam a respeito de mim, mas sim que faz tempo que eu tento não publicar nada de caráter sentimental e acabo deixando de publicar coisas por muito tempo. Continuarei publicando o que penso, mas daquele jeito.

Obrigada por todos que leem, e que não clicam em curtiu e nem comentam, a não ser o Leo, que só faz isso por que sabe que eu amo ele.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012


Por que os mais sãos e desiludidos são os que mais sofrem por que descobriram que a vida na verdade não tem sentido. Não faz sentido. Então, o que te limita é a variedade de opções, onde você mesmo abriu o leque. E isso te deixa um pouco mais louco. E quando você se torna reconhecedor da própria morte, entende que nada é para sempre e que mais vale fazer tudo e não se arrepender de nada, agregando conhecimento e boas sensações. Aproveitar do mundo o que o mundo tem pra te dar, pois se existe alguma coisa do lado de lá, daqui você só leva o seu próprio eu interior, e o que você transformou dele.

Se você for apenas energia, e energia for cor, que cor você quer ser quando sair desse mundo?

Os sãos não precisam de medico.

O ser humano já não sente mais seu próprio instinto. Quanto mais sentem, mais escondem de si mesmo suas vontades, e assim vai enfraquecendo a vontade interior, fazendo no fim um controle sobre si mesmo do que deveria ser, e não do que gostaria que fosse. Então paramo-nos de nos considerar animais como todos os outros seres, e desligamos a chave dos sentimentos, sonhando com bens materiais e conta gorda no banco, esquecendo de viver intensamente. Mas aonde irá todo esse dinheiro amanha, quando você estiver morto?

terça-feira, 14 de agosto de 2012


Ela está morrendo. A tristeza dela faz da nossa vida mais triste. Traz nosso choro e nossa melancolia. É nesse momento que percebemos o quão humanos somos, e queremos dar um pouco de sangue de cada um de nós para que isso não seja verdade, por que mesmo sabendo, ninguém consegue acreditar. Passamos procurando saída dia e noite, e conversando entre a gente o quão o universo é traidor, e se Deus realmente existe, ele faria isso?

quinta-feira, 9 de agosto de 2012


A gente curte as vagabundas. Sim, as vagabundas mesmo. Todo mundo acha que a gente gosta das comportadinhas, das perfeitinhas ou das românticas, mas na verdade curtimos mais as vagabundas. As vagabundas são tigresas.

Elas podem parecer pessoas normais no meio da multidão, mas dominam a gente. Querem fazer com que nós sejamos seus brinquedinhos. E nós passamos a querer ser o brinquedinho.

Vagabunda. Uma diva na calçada, uma vadia na cama. O desejo. O fio dental. A vagabunda.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012


E quando eu já não conseguir encontrar sentido para a vida, devo simplesmente procurar outras formas de viver, não me abstendo de liberdade nunca.

Apenas a ave que levanta voo consegue se deixar levar pelo vento. A pomba que fica no chão, alimentando-se de migalhas, morre nas migalhas.

Pois viver é mais do que acúmulos de riquezas e bens materiais. Viver é “manter-se vivo” ao lado da felicidade. É lembrar que sua única casa é seu próprio corpo, e o resto é resto. Ser simplesmente simples, procurando sabedoria para aprender a viver cada vez mais intensamente. Ser um pouco insano, pois a sanidade é questionável.

Abrir os braços sem medo, e gritar com minhas entranhas que agora eu e o universo somos um só. Desprender do que me segura no chão, por que os que disseram que é certo aceitar a situação não tinham o mesmo espirito que o meu. Não devemos tentar nos igualar a ninguém, pois somos únicos. Percorrer nosso próprio destino, seguindo o coração. Ninguém disse que seria fácil, porem tudo isso muda de acordo com os olhos de quem vê.

É quando você está do seu próprio jeito que você segue seu próprio caminho. Desapego de todos, de tudo. Deixar pra traz absolutamente tudo. Esquecer. Recomeçar.

Ir atrás dos meus sonhos. Tudo o que eu preciso está dentro de mim, pois além de forte e inteligente, eu tenho a maior força de vontade do mundo. Eu posso ser o que eu quiser.

terça-feira, 7 de agosto de 2012



quando parei de te querer
todas as coisas começaram a mudar
à quem eu quero enganar?

os caminhos se abriram facilmente
tudo sensacional, mas tinha um problema
o motivo era você

então vem, viajar comigo em um romance nosso
conhecer esse novo mundo dos meus pensamentos
somado aos teus vira realidade

diga sim, ao meu pedido de voltar pra casa
já tenho certeza da minha verdade
que longe de ti, sou apenas um poeta

quem sou eu pra te pedir
já que eu mesma não tenho coragem de tomar você
meu passarinho livre

como eu queria ver teu sorriso meu
todos os dias livres depois dos meus agrados
culpada eu que não tento

terça-feira, 31 de julho de 2012


Não. Eu não sei a onde estou.

Às vezes não sei quando é sonho ou quando é realidade. É tão natural eu aceitar que está chovendo ou fazendo sol, que na verdade me sinto covarde de não exigir que o mundo seja da maneira que eu desejo. Parece tão certo ter que choramingar pelas coisas não serem do jeito que eu quero, justamente por que todos os outros fazem isso. Não faz o meu estilo de viver. Seria como se eu me mantivesse o tempo todo atordoado por não ter tudo da minha maneira. Será que quem está certo? Eu ou todos os outros?

O que será o certo? E se eu considerar a minha verdade como única? Todos os outros estariam errados, e apenas eu teria certeza do certo? Como se eu fosse um tipo de Deus, mas ninguém enxerga? Eu acho que isso também não faz o meu estilo.

Eu sempre soube que eu não estou no lugar certo. Eu não me sinto em casa, não importa onde seja. Eu sei que nem é nesse mundo, e eu sinto tanta falta de algo que eu não lembro. Sinto-me incapaz, sem meus poderes de mudar tudo, fazer o melhor de mim, poder enfim viver, voar, mudar sem medo, minha pele, meu ser, meu não ser, e me tele transportar para o então tá. E seguir, sem rumo. Conhecer as cores. Às vezes vem uns flashes de algum lugar que eu não vi, de algumas sensações que eu nunca senti na carne, e é tão gostoso.

E ver as pessoas que amo. Será que elas olham por mim? Será que elas se sentem orgulhosas de mim? A minha arte, a minha maneira de lidar com tudo. A forma que eu aprendi a me defender. A minha falta de contra-ataque. A minha necessidade insana de sanidade. O meu olhar dark procurando o mais puro dos sentimentos.

Se eu fosse me desenhar, teria pés e mãos grandes, que teriam a capacidade de percorrer mundos, e pegar oportunidades. Teria tronco forte para me manter firme. Garganta apertada. E cabeça com todas as cores possíveis e as impossíveis, pois minha mente voa. Voa tão rápido e longe, e muda, e tantas mais coisas que palavras seriam inúteis para expressar.

E grave, e delicada. Racional e sentimental. Não existem limites. Vão além dos limites do corpo. E pode machuca-lo, da maneira excepcional que machuca. Por que essa mente precisa de muita paz. A calma, o branco e o nada. Pensamento suicida não iria mudar a situação. Todos sabem. E os mais sábios sabem que onde há muito amor, há muito ódio. Onde há muita paz, há confusão. E tudo isso é na mesma proporção, a diferença é: para que lado está?

Não. Eu não sei a onde estou. E sinto falta de tanta coisa que eu não me lembro. Garganta apertada. Expressão presa. Medo.

Cadê o meu eu, além daqui? Onde é o meu lugar? Será que existe algum lugar pra mim nesse mundo?

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Agarra com força no teu cérebro e não solta mais. Permanece na tua consciência, no teu pensamento, e não pensa em te abandonar. Persegue-te por dias, meses e tu não sabes o quão mais vai acorrentar teu desejo. Não te deixa querer ter algo diferente. Transforma em sem graça os outros sabores, e a cada mordida te faz lembrar do que está na tua mente. Deixa-te nervoso, excitado, com medo, paciente, com vontade, louco... Um emaranhado de sensações que te impedem de dizer o que realmente pensa. E quando já não está mais confuso, lembra-te que é uma corrente difícil, e gostosa ao mesmo tempo. Passa o tempo, mas não passa a saudade. E a vontade. E o desejo. E por fim, ainda é uma delícia.

terça-feira, 3 de julho de 2012


É não ter medo de sentir, por que são de dores que construímos nossos alicerces experientes. É dessa brincadeira chamada vida que nasce a vontade de crescer sem saber qual será o tamanho que poderias ficar, e nem a velocidade que conseguirias manter, e sabendo que isso não tem importância, pois se pensares no tamanho e velocidade, pouco se evolui. É entender que só depois de crescer é que alcançará o que desejas.

“São palavras que saem da própria boca que machucam.”

segunda-feira, 2 de julho de 2012


E voar, de qualquer jeito. As coisas se acertam, por que o universo conspira ao favor de quem está na mesma vibração dele. É um lego fácil de jogar. Tanto quanto apenas conectar, por que é simples e lógico. É fechar os olhos e abri-los enxergando cores diferentes. É parar de respirar por dois segundos, e sentir o cheiro do dia, a sensação de ser. Simplesmente ser, sentir, independente como, por que pouco importa. Único, perfeito, fácil. Ser.

terça-feira, 19 de junho de 2012


Sim, não funcionaria como não funcionou da outra vez que tentamos. A culpa toda era da fita-durex. Marca boa, sabe? Aquelas que não soltam nem quando chove em cima. Não ia dar pra fingir que não existia nada. Daí então tá, seguindo a vida como se não tivesse acontecido nada. Até rola, assim, por bastante tempo, mas chega aquele dia da recaída, que eu passo foto por foto até descobrir que eu gostava mesmo de cada detalhe estranho. Esse dia vem do nada, daí depois eu esqueço.

Eu não consigo mais ter vontade de fazer coisas. Não sinto aquele calor tenso dentro de mim. Até posso vir a fazer, mas não seria de verdade, nem por sacanagem. Caricias e vontades, é bom, mas é diferente. Eu nem me lembro do que exatamente eu gostava, apenas não sinto como eu gostaria de sentir.

Eu me sinto bem. Eu me sinto ótima, na verdade. Tanto comigo, quanto por te deixar ir. Mas quando eu olho alguma foto tua, meu mundo desmorona por uns instantes. Geralmente é bom, por que eu me lembro das coisas boas, das engraçadas. Eu lembro que eu realmente te quis na minha estante, e hoje eu me transformaria em uma estatuazinha imóvel só para poder estar perto de você.

Vontade de te roubar, e te levar conhecer o mundo, por que uni, apenas conhecemos o meu quarto.

quinta-feira, 14 de junho de 2012


Sensação de liberdade. 
Sinto-me eu novamente.



Só que eu queria saber o que é esse sentimento gostoso no peito misturado com saudade.

segunda-feira, 11 de junho de 2012


Seria melhor ter fechado os olhos, teria sido a escolha certa tirar os pés do chão. Mas às vezes quando você está por cima você acaba não enxergando quem está por baixo.

 Talvez a preocupação da noite seja com os outros, ou talvez não devesse ter dado importância para pessoas que nem se importam comigo, para uma pessoa que apenas passa.

Como um parasita, você só precisava de alguém, um alguém que pudesse fazer passar o tempo, um alguém que nem o vento percebe.

Eu tentei levantar a sua auto-estima, mas a minha ficou lá embaixo. Eu tentei sair desse poço, mas o buraco que você fez era fundo demais.

Tentamos achar cicatrizes, cicatrizes que simplesmente foram criadas para suprir o nosso medo maior, o medo do fim, do fim... Do fim.


Antonio Carlos de Marchi de Conto
Primeiro texto de alguém que não eu.
Jonas estava no escuro. Ele sabia que faltava algo, e preenchia esse vazio com porcarias. A principio ele sabia que se tratava disso, mas com o passar dos dias ele se esqueceu, e lidava como se fosse um tipo diferente de remédio. Só que esse remédio não se compra na farmácia.

Tudo começou com o tira duvidas. Será que é tão ruim como dizem nos noticiários? Ou será que é tão bom, como falam aqueles que usam? Apadrinhado Jonas foi, e foi mais fácil do que imaginou. Não doeu, não o fez sofrer. Ao contrario disso, se sentiu mais livre. Sentiu-se moderno.

Ele não precisava disso, mas usava quando tinha a oportunidade. Nesse meio tempo experimentou novos “remédios”. Era apenas uma vez por mês, ou a cada 15 dias, ou então, apenas nos fins de semana. Ele passou a ter semanas mais estressantes, ansiava pelo fim de semana onde poderia extravasar, e era aí que ele começou a se tratar com o suposto remédio. Um anti-stress, um libertador, uma loucura momentânea. Mas ele não precisava disso. Quando ele quiser parar, ele para.

Então passou mais um tempo, e as semanas eram mais longas, mais trabalhosas. Os fins de semana mais curtos, mais loucos, mais cansativos. Ele parou de sair nos fins de semana, mas se reunia com seus amigos para tomar remédios. A família passou a não entende-lo mais. Era um olhar e ele já sabia que o estavam julgando, querendo falar alguma coisa que ele não queria escutar. Jonas começou a sair mais, só voltava para casa para dormir. Só que ele não tinha o que fazer se não fosse usar remédios, então o consumo aumentou do fim de semana para a semana toda. Mas ele não precisava disso. Quando ele quiser parar, ele para.

Já que usava pela noite, e pela manha a misera ressaca do remédio o atormentava, começou a tomar pela manha para cobrir o efeito da noite, e ao meio dia tinha que dar mais uma calibrada. Só que o dinheiro não era o suficiente para o remédio, o rendimento no trabalho não era o suficiente para a necessidade do local, e o humor de Jonas para com a família era o pior que ele já teve. Parecia raiva. Ele precisava de paz, e tomava mais remédio. Mas ele não precisava disso. Quando ele quiser parar, ele para.

Essa brincadeira só terá fim quando Jonas fizer escolhas, e é ele mesmo que tem que achar o ponto de equilíbrio, a hora certa, o motivo certo, para fazer o que ele achar certo.

Nem tudo que cura é chamada de remédio. Nem todo o remédio cura. Nem toda a ferida é aberta por fora.

segunda-feira, 28 de maio de 2012


Hoje eu li alguma coisa em algum lugar que eu não lembro. Mas eu me lembro do que passou pela minha cabeça no momento do processamento. Era alguma coisa do tipo, ação e reação, acontece alguma coisa por causa da outra. Isso sempre me fez pensar muito, mas não exatamente o que dizem que é, e sim o contrario. Confuso, não? É para confundir mesmo, mas tudo se torna mais claro quando você entende.

O caso seria mais ou menos assim (eu sou horrível com explicações):
Quem gosta, cuida – Quem cuida, gosta
Cada ação, uma reação – Cada reação, uma ação

No caso, você pegaria uma situação, e o seu entendimento do mesmo. Daí você inverte a causa e a conseqüência, botando a conseqüência como causa e a causa como conseqüência.

Quem gosta, cuida
Causa: GOSTA
Conseqüência: CUIDA

Quem cuida, gosta
Causa: CUIDA
Conseqüência: GOSTA

Às vezes para entender um problema, você descobre que “os dados da equação estavam invertidos”, e como a vida é uma matemática e relativa a isso e a tantos mais fatores, é só usar a lógica que fica bem mais fácil de entendê-la. Aqui foi um exemplo pobre, rápido, sem muito sal, mas para entender mesmo, teria que pegar um caso atual da sua vida e por em prática essa “equação” e pensar no resultado.

Eu gosto de salientar que os ignorantes são mais felizes, mas você tem que estar seguro a se submeter a isso, ou então, ser ignorante desde o inicio e não sentir falta da “confusão na cabeça”. A gente pensa demais, e chega onde queria. Mas o processamento é custoso.

Eu, particularmente, não trocaria isso por nada.

terça-feira, 8 de maio de 2012


Bate aquelas lembranças que me deixam ligada. Aquela wide view que deixa as pernas bambas. Super loucuras que I did e loucuras I would have done. E tudo aqui entra no turn on, e bombeia para tudo quanto é lado. O corpo fica assim: !!!

Tem coisas que me deixam crazy.

E tem coisas que eu gosto e que eu não largo mão. Tem coisas que eu faria every day, tirelessly, without stopping. Coisas que me destroem de uma maneira tão gostosa. Me deixa pirada, do avesso, crazy.

E esses pensamentos come in to me potent, e eu fico pirada. Num estado de quero bis, waffler, bolacha recheada, chocolate lacta, bombom, trufa, bolo, brigadeiro... 

quarta-feira, 2 de maio de 2012


Eu sou mutável. Mas rapidinho volto ao meu estado natural. Mesmo assim, da um gostinho de tudo de novo!!!

Escreverei um guia, um manual com todas as coisas certas, que hoje são impraticadas.

quinta-feira, 26 de abril de 2012


“Mantendo os pés no chão, o cego consegue enxergar muito mais coisas do que nós.”

Estamos interligados.

Existe um ambiente ao meu redor que me influencia. Eu sou um sistema nervoso volátil. Passa emoções pelas minhas entranhas o tempo todo. Boas e ruins. Movimento-me, e a cada gesto, mudo algo em mim e ao meu redor. Influencio o ambiente. Outro sistema volátil é influenciado pelo ambiente que eu influenciei. E ele tem sensações, que juntas com as que eu compartilhei com o ambiente, criam uma energia que influencia o ambiente ao redor dele, e os outros sistemas nervosos voláteis...

terça-feira, 24 de abril de 2012


Da uma baixa na estima naqueles dias, parece que você se transformou em uma completa idiota. Pelo menos você se sente assim. Passa por uma fase de desaprovação de si mesma. Não consegue se olhar no espelho. Acha que o que fala é bobo, nada interessante. Até o dia que você consegue olhar para o espelho e passa a enxergar um pouco mais fundo.

São aqueles desenhos vistos de longe, aqueles desenhos estranhos. São aquelas pichações nas paredes dos prédios. Aqueles desenhos infantis na escola primária. Um simples risco na mesa da cafeteria. E tudo tem um sentido de acordo.

E então você sai do trabalho e vai para em algum lugar para lanchar. Um relaxamento mental na mesa mais próxima do seu lugar favorito. Aquele momento down, que você usa para não pensar em nada. Seus ouvidos passeiam pelo ambiente, sentindo o aroma do som do jornal sendo lido, dos talheres batendo levemente nos seus pratos, do tomar barulhento do senhor e seu café.

O gosto do amargo matinal não se compara ao gosto da infelicidade do rapaz deitado na rua pedindo uns trocados. Mal sabe ele que é assim que se segue o livre arbítrio, e que a única falta de informação que ele é realmente desprovido é essa. A escolha de deitar e murmurar choroso para o seu cachorro o quão o mundo é mau. E a teimosia da comodidade da calçada gelada continua.

E quando qualquer um levanta a cabeça para olhar o sol, famoso como Deus por mais de 10.000 anos, e notar como as cores, gostos e aromas se tornam mais açucarados quando são vistos brilhando. Por que não doe chorar de felicidade, e a sensação é de cura. Ninguém deve fazer o que não se sente a vontade. A vida deve ser enxergada com uma película de amor como se fosse lentes cor-de-rosa. Transparente. Apenas deitar e beijar o céu com o pensamento, e se sentir completo.

sábado, 21 de abril de 2012



Como é fácil perder a cabeça. Esquecer totalmente de quem você realmente é, por instantes, por meses. Por um ano inteiro e mais um pouco. Esquecer o que realmente deixa-te feliz. Esquecer-se de si. Desistir de si e do que você quer/gosta para si.

Você perde a cabeça e nem sabe realmente o que é que está errado. Apenas sente alguma coisa estranha, alguma coisa que não te deixa dormir, e também te deixa inquieta durante os dias.

O teu jeitinho, só teu, colorido por dentro, de qualquer forma por fora. Pouco importa. Enfim fazer algo que seja realmente nota 10 pra si. Largar daqueles vícios. Por que tinhas? Às vezes é falta de alguma coisa. Às vezes é falta de conseguir se sentir...

quarta-feira, 18 de abril de 2012


É quarta feira, semana boba, uma galera sai pra jantar.
Vejo velhinhas, e fofoquinhas, e as historinhas surgem no ar.
Garotos tongos, com jeito tongo, ouvindo funk a todo o vapor.
As piriguetis, pensando longe, já escolhendo o quão nua sairão.

sexta-feira, 13 de abril de 2012


Não quer dizer que minhas palavras são meias verdades, mas a dificuldade de me expressar é presente o tempo todo. Só quero as coisas simples, sem complicação. Mas quando noto, quem complica sou eu. Não que seja errado, mas eu preciso de verdade aprender isso. Não existe escola. Só professores e a força de vontade.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Identidade digital. Apenas dados, números. Um código binário perfeito. Define perfeitamente o que você é. A cabeça faz a leitura do que deve ser um sentimento, uma atitude, um gesto. Tudo na sua devida ordem, na sua devida intensidade. Como a teoria é linda!

Olhando pela janela correta, vemos carne e ossos. Alguns litros de sangue correndo pelas veias, pelo corpo, e um coração em pleno funcionamento, bombeando o mesmo sangue para todas as partes do corpo. O coração serve para isso mesmo. O mesmo sangue que passa pelo coração, passa pelo cérebro, e o mantém saudável. E este cérebro, por sua vez, é a identidade, porem, não digital. Crua e fria, cruel e nervosa, sensível e dramática. Ligado por pulsos elétricos microscópicos, ligando um no outro e o fazendo mover o corpo, pensar em todas as coisas, sentir da melhor a pior sensação.

Digamos que esse mesmo cérebro tenha um controle próprio, onde desliga e liga partes dele mesmo quando você quer, quando você precisa, quando você prefere.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Você é a minha flor de mato!


É o meu sonho, é o meu desejo.

É o meu café da manha mental.

O beijo mais doce, o sorriso mais tchu.

quinta-feira, 22 de março de 2012


Eu não consigo conversar com você, não consigo dizer as coisas, não consigo manter o contato. E isso por que nos afastamos. Você notou que depois que as coisas deixaram de ser só nossas, perdemos nossa uniformidade? Tudo entre nós, antes, classificávamos como uni. Assistíamos filme no sofá, abraçadas, sem falar. Eu não tinha a louca necessidade de falar, de dizer, de sentir, de ti. E agora eu estou aqui, sofrendo por besteira. E você nem sentiu o quanto estamos longe, com uma barreira gigantesca entre nós que parece intermédio, mas não é. Assim, não sei o quão longe chegará, ou se chegará longe isso entre nós. Cansa sabe? Por mais que eu não conseguisse imaginar quando estávamos naqueles dias que já passaram, enquanto era apenas eu e você era mais puro, verdadeiro. Agora eu tenho que cuidar o que falo, o que sinto, como penso. Pode ser que eu esteja enganada, mas a partir de hoje será diferente pra mim. Pra você pode ser como você preferir, pois se eu demorei a enxergar, pode acontecer o mesmo desse lado de você. Espero que não demore o suficiente para estragar tudo. Te adoro o suficiente para te querer somente o bem.

quarta-feira, 14 de março de 2012


Tem coisas que eu escreveria, mas iriam me interpretar mal. Então eu deixo, e vou deixando, e penso em coisas e outras coisas, e não diferente do resto da minha vida, não paro de pensar um segundo, e fico viajando entre diversas decisões (ou nem tanto “decisões”, mas aceitação) e não aceito, ou ao menos diria que não entendo, mas fico nessas.

Às vezes tento dar uma escorregada para ver se me sinto melhor, e sinto. Não quer dizer que eu vá aprontar, mas olhar não tira pedaço e não machuca ninguém, nem a mim mesma. Então eu vou brincando de uni-duni-tê, mas sabendo que indiferente de onde o dedo cai, é só pra um lado que eu fico pendida. Quase caindo...

E caio, caio de cabeça, de um jeito que nem eu esperava, e isso me deixa com medo as vezes, e as vezes eu fico meio delirante, pensando que eu estou em uma sintonia única. Acalma-me saber que não sou só eu, mas eu sinto tanta necessidade! Chega a ser uma doença!

Daí eu paro, eu penso, eu olho pro lado, eu tento esquecer. Não consigo e repito mais esses passos mil vezes em diversas ordens. Olho para todos os lados e não vejo o quadro que eu gostaria de ver, com aquela moldura linda.  Fico tão triste!

Eu sou apenas uma adolescente enlouquecidamente alguma coisa. Mas já vai passar, é só esperar o sol aparecer e o inverno correr pelos meus pelos arrepiados.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


Ousadia. Os grandes foram ousados. Sofreram. Deram a cara a tapa. Sentiram o gosto do sangue, da frustração, da amargura. Tudo isso antes de sentirem o gosto de ser grande. Isso QUANDO sentiram.

Muitos dos grandes ficaram grandes depois de sua morte. Passaram a vida toda sofrendo por algo e nem sentiram o gosto de estar completo. É o mesmo que acontece com os guerreiros, que morrem por uma causa e nunca saberão se por fim conseguiram a conquista.

Depende da cabeça, acha que vale a pena ou não. Os egoístas ou individualistas acham que sua vida vale mais do que um povo inteiro. Por isso que o nosso mundo é assim hoje em dia. Em pensar que se esses guerreiros burros não tivessem dado suas vidas praticamente em vão, seu povo todo teria ido às ruínas junto com seu país. Cada cabeça uma sentença.

O mesmo para os que fizeram “pouco”. Como os grandes cientistas que viraram grandes depois de muitos anos de sua morte. Os que morreram por acreditar na verdade. Bater o pé por uma crença é para os fortes. Não é qualquer um que tem coragem.

Uns chamam de coragem, outros de ignorância, burrice. Acho que ainda não estamos prontos para sabermos o que vale a pena ou não. Até por que, teria tido muito menos sofrimento se os seres humanos fossem mais humanos. Menos hipócritas.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012




O Que Eu Também Não Entendo - Jota Quest


Essa não é mais uma carta de amor 
São pensamentos soltos traduzidos em palavras 
Pra que você possa entender 
O que eu também não entendo 


Amar não é ter que ter sempre certeza 
É aceitar que ninguém é perfeito pra ninguém 
É poder ser você mesmo e não precisar fingir 
É tentar esquecer e não conseguir fugir, fugir 


Já pensei em te largar 
Já olhei tantas vezes pro lado 
Mas quando penso em alguém é por você que fecho os olhos 
Sei que nunca fui perfeito mas com você eu posso ser 
Até eu mesmo que você vai entender 


Posso brincar de descobrir desenho em nuvens 
Posso contar meus pesadelos e até minhas coisas fúteis 
Posso tirar a tua roupa 
Posso fazer o que eu quiser 
Posso perder o juízo 
Mas com você eu tô tranquilo, tranquilo 


Agora o que vamos fazer, eu também não sei 
Afinal, será que amar é mesmo tudo? 
Se isso não é amor, o que mais pode ser? 
Estou aprendendo também

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012


E minha vontade de lançar minhas palavras para fora doe, mas é uma dor gostosa, e tem um gosto doce de “para sempre”. Eu, dizendo todas as noites na hora sagrada, antes de dormir, que por mais que eu pudesse agradecer, nunca seria o suficiente. Que tanto meus agradecimentos, quanto minhas atitudes querendo ser perfeitas, nunca seriam o suficiente para o quão é merecedora essa paixão.

Que poder olhar para os seus olhos não teria preço a ser pago. Que poder pegar em suas mãos e beijar a sua boca é muito mais valioso do que poder enxergar o mundo.

São coisas que eu gostaria de escrever, mas eu prefiro falar pra você.

Oração - a banda mais bonita da cidade

Meu amor
Essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa

Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois

Cabe até o meu amor
Essa é a última oração pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa

Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe essa oração