quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Postagem Especial


Quando tu conhece uma pessoa que não fazia parte da tua vida, e do nada entra com tudo, arrebentando barreiras e se unindo de uma forma espontânea e linda com a tua mente e o teu corpo.

Daí, quando tu passa a desejar essa pessoa, desde as palavras que saem da boca até suas costas para poder passar os dedos, essa pessoa some, assim, do nada, e deixa um vazio que só se completa nas noites escuras quando seus olhos se fecham e você consegue a imaginar aí, completamente sua.

A saudade é essa parte onde deixa o vazio.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011


A pior parte do dia é quando você se lembra de coisas que já foram boas, e você se sente frustrado por não ter mais, seja por um motivo ou por outro. Deixar do passado é tão doloroso. Se não doer na hora, doe depois. Ainda mais quando foram momentos ótimos, fantásticos, inesquecíveis, momentos aqueles que foram incríveis, e que você curtiu até o ultimo segundo. Não tem como esquecer. Daí você fica triste.

Daí você quer tirar esse sentimento do peito, e lembra-se dos porquês (malditos), lembra-se das coisas boas, mas que teve um motivo para ter chego ao fim. E que isso é evidente, irremediável. E lembra inclusive que você não se lembrava das coisas boas. Um sorriso, e o que ele pôde mudar no seu dia.

Depois de toda essa reflexão, notamos que o mundo da voltas, da mesma forma que você não pode ler a mesma pagina do livro todos os dias. E que a historia continua, e cada vez com mais emoção. Leia o seu hoje, e veja o quão maravilhoso está.

A partir de agora, não olharei mais com tristeza para essa parte da historia, vou olhar com muita alegria, pois me proporcionou tal com tanta intensidade e por muito tempo. Não posso ser egoísta.

Eu quero que você passe a sentir o mesmo que eu sinto agora. Daí o que você me pediu, eu vou poder ser.

Onde estava sua vida quando você deixou de existir? Onde estava sua historia quando você resolveu por um fim?

Quando eu era adolescente/criança, as piadas eram mais engraçadas, as pessoas eram mais malucas e não se importavam com isso, eu tinha mais amigos (verdadeiros), eu reclamava menos das coisas, eu era uma pessoa alegre com a felicidade estampada na cara, e por ai vai. A partir de quando mudou o mundo ao meu redor para deixar de ser quem eu realmente sou?

Será que foi o mundo que mudou?

A gente acha que cresce e evolui, mas na verdade apenas nos enchemos de preceitos idiotas que nos privam de sermos quem realmente somos, seguindo uma linha de pensamentos e atitudes que condizem com o que os demais chamam de “normal” ou “certo”.

Não quer dizer que esteja errado agir de uma forma sociável, onde você se enquadra nos padrões de todos os outros e assim, tem uma boa convivência com todo o mundo. Não dizem que o mundo está globalizado? Mas mesmo assim cada país tem sua identidade, e uso isso como exemplo que cada um pode ser verdadeiro consigo mesmo, e ao mesmo tempo mantendo respeito, que é a base da boa convivência.

Onde eu quero chegar: a diferença é a coisa mais linda do universo. Eu não gostaria que todo mundo do mundo gostasse da mesma pessoa que eu! Eu morreria em 3 segundos. 3, 2, 1... Brinquei hehehehe. Eu não gostaria de ver os mesmos cortes de cabelo, ou que todo mundo me tratasse da mesma forma. Eu gosto de ver gente hiperativa, e pessoas tímidas. Eu gosto de mim do jeitinho que eu sou, e as vezes não sigo exatamente o padrão social (ou sigo completamente).

Só que, por que mudamos coisas lindas em nós achando que estamos crescendo?

terça-feira, 20 de dezembro de 2011


Passamos a vida toda tentando entender os porquês. Com ele tentamos entender os outros, nossos sentimentos, suas atitudes, como isso funciona, como aquilo acontece, o porquê é dessa maneira.

Hoje eu tento incansavelmente por na minha cabeça que não existe porquês. Só existe o sentir.

Eu sinto. Você. Eu quero. Você. Eu desejo. Você. E sem ter um por que.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

No meu sofá


Eu sonho com historias que não me deixam dormir, e lembro que historias sempre tem ponto final. Então vem pra me ter, quero estar com você na minha mente, e no sofá. Então vem me abraçar, sob aquele luar na minha mente, e no sofá.

Eu sinto tanto medo quando você quer me ver, e logo quando olho me completo em você. Então vem pra me ter, quero estar com você na minha mente, e no sofá. Então vem me abraçar, sob aquele luar na minha mente, e no sofá.

É só olhar tua boca que já me distrai, sentir como se o pra sempre fosse existir, eternizar o momento e deixá-lo lá, congelado em minha mente e no meu sofá.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011


Sabe quando tu não consegues expressar em palavras o que está acontecendo?

Eu me sinto como uma boba, aqui, babando. É tudo demais!

Eu juro que tentei, mas simplesmente não sai. Demais!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011


“Hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou. Nesses novos dias, as alegrias serão de todos, é só querer. Todos os nossos sonhos serão verdade. O futuro já começou”

Como é bom estar rodeado de amigos, de pessoas que você confia, e em uma situação confortável. É bom sentir-se livre mesmo quando preso. É bom praticamente deitar-se em uma cadeira, espichando as pernas e não se importando se é feio ou bonito se portar assim. É bom se sentir à vontade onde quer que você esteja.

O ano de 2011 não foi ruim. Teve problemas a serem resolvidos, e não poucos. Mas isso tem todos os anos e praticamente na mesma época. Se não houvesse problemas, não teria graça de viver nesse mundo problemático.

No réveillon de 2010/2011, eu passei vomitando em um camping. Pensei meu Deus, com certeza 2011 vai ser de arrasar se eu já to passando mal nos primeiros 5 minutos. Mas se for pensar o que eu fiz de bom nesse ano, foi tudo com minha própria força de vontade, e o que não fiz foi por falta disso. Não ganhei na Mega-Sena, não viajei pra Austrália e nem pra Londres. Em compensação retomei amizades (não tão produtivas assim) e fiz novas parcerias. Conquistei corações, e “desconquistei” também.

Fui um pouco mais Ana Paula e muito mais Pê do que havia sido nos anos anteriores. Abracei coisas grandes. Fiquei mais madura e responsável (mas tenho muito a progredir ainda). Descobri um eu diferente, um pouco mais vulgar e safado. Aprendi a controlá-lo. Descobri que eu tenho total controle sobre mim mesmo, sobre meu corpo, sobre sensações.

Para 2012, eu espero que eu me ame a cada dia mais. Que eu aprenda a me controlar em outros sentidos que ainda não sou 100%. Não quero deixar de me incomodar, mas um pouco de paz não faz mal a ninguém. Quero duplicar o numero de conhecidos e se possível, triplicar. Quero fazer algo grandioso, que eu possa chegar mais próxima ao coração das pessoas. Mudar o mundo seria uma boa pedida.

domingo, 4 de dezembro de 2011


Historias de amor não interessam. Acontecimentos familiares não são importantes quando dos outros. Opinião pedida. Quantas pessoas falam da boca para fora, sem nem terem noção do que se passa. Ninguém quer saber, ninguém quer comentar. As suas historias são suas, e se opinião fosse valiosa, não seria gratuita no nosso mundo de hoje.

Pra que se importar com a opinião dos amigos, ou de quem quer que seja, se as suas escolhas só farão diferença na sua vida, no seu corpo. Se as palavras que saíram da boca pra fora forem as erradas, o único atingido será você. É muita gente querendo dar opinião no que nem os interessa. É tão poucos acontecimentos significativos nas nossas vidas, que a verdade é uma só. Você não precisa da opinião alheia. Você tem condições o suficientes para decidir por si só.

As vezes vale a pena tentar ser um pouco mais você mesmo e deixar de lado quem não tem a ver com você. Arrependimento é para os fracos. Enquanto você continuar ouvindo-os, nunca será você mesmo. Deixe de se arrepender por escolhas dos outros, e escreva sua própria historia, com suas próprias mãos.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Se tiver uma coisa que mulher sente nojo, é de homem que fica se passando sem o consentimento dela.  Aquele homem que passa a mão, que agarra e que faz gestos obscenos pra ela ver, que acha que ser porco é ser sexy. Mulher, independente de qual, acha isso a coisa mais nojenta do mundo.

A mulher não é grosseira, ela não tem coragem de mandar ele à merda como ela realmente gostaria, mas pelo contrario, fala com toda a delicadeza do mundo pedindo para ele parar e se afastar. Porém delicadeza também tem limites. Quando a mulher chega ao ponto de gritar e ficar puta da cara, é por que, meu caro, ela nunca mais chegará a confiar em você, vai sempre policiar-te contando metros e centímetros, e se tiver que dividir o mesmo cômodo com você, sentará na cadeira mais longe o possível.

Tem homens que acham que pedir para sair com a delicadeza de uma mulher é uma forma de fazer charme, e que elas estão realmente afins. Mas cada vez que um cara tem uma atitude dessas, a mulher imagina um caminhoneiro gordo e suado coçando o saco. Por isso que esses caras só pegam vagabundas, pois são o tipo de mulher no qual os homens de verdade não gostam.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011


Uma vez eu olhava o Orkut, via umas fotos vulgares que umas gurias loucas postavam, e eu achava muito ridículo.

Hoje minhas amigas fazem isso ¬¬’ .

Eu não sei o que está acontecendo. Minha irmã me disse que elas estão fazendo propaganda delas mesmas para os caras quererem comê-las! Gente!!! Será que elas não sabem que isso é horrível e que só vai piorar a situação delas?

Hoje em dia todo mundo quer exclusividade. Ninguém se interessa por esse tipo de gente que quer aparecer. Por que um cara vai querer namorar com uma guria onde todos os amigos dele já conhecem sua bunda, seu corpo, e pior ainda, sabem apenas olhando fotos até como ela é na cama???
 
Não que eu esteja certa a respeito disso, mas acho que esse tipo de pensamento é “meio que geral” (contraditório, eu sei). Elas acham que estão fazendo grande coisa. É a mesma coisa de uma garota querer achar um homem honesto, trabalhador e com toda aquela teoria linda, procurando em festas, dando para todos, fazendo coisas meio erradas perante a sociedade e a higiene, e na realidade o homem da vida dela está na missa!

Realiza baby!

Se você gosta de balada, sai com os teus amigos e espera o “negócio” acontecer. Não corre atrás por que assim tu vai estar se transformando em uma puta. Deixei o recado, e por favor, são ridículas as tuas fotos mesmo. Tu ta queimando o teu filme.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Momento decepção


Eu não sei você, mas eu definitivamente não tenho sorte.

Eu nunca ganhei no bicho, nunca ganhei uma rifa, eu nunca acertei o numero que ia dar na tele sena, eu nunca ganhei nenhum premio na loteria (nem que fosse de R$ 2,00), mas nunca mesmo! Mas de nenhum tipo!

Quando eu comento o que vai acontecer, o que eu gostaria que acontecesse, como deveria ser, e etc., nunca acontece. Se tiver 90% de chances de acontecer e eu comento com alguém, os 10% sobressaem-se.

Hoje eu preenchi uns cupons para prêmios de algum lugar ai que eu nem sei onde é. Daí meu pai me mandou por no meu nome. Tinha uns 15, eu acho. Eu pus quatro com o meu nome e me dei conta que eu estava fazendo uma burrada. Daí eu pus o resto no nome da minha mãe e da minha irmã. Foi a coisa mais inteligente que eu fiz no dia. Provavelmente elas tem no mínimo 5x mais sorte do que eu.

Mas em compensação, eu nunca precisei de sorte, sempre agi com minha própria capacidade, fui humilde, ajudei sem esperar nada em troca, e fui ajudada. Eu sempre consegui o que eu precisei e o que eu quis.


Mas uma sortezinha não faria mal a ninguém né hehehe.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011


Tem coisas que nos tiram do ar. Literalmente. Coisas ruins e coisas boas. Aquela preocupação que vem pra tirar a sua concentração, que tira a sua paz, que te da dor de cabeça, que te incomoda e te estressa, que te faz perder o ar. Ou: Aquela pessoa que vem pra tirar a sua concentração, que tira a sua paz, que te da frio na barriga, que te alivia e te faz suspirar, que te faz perder o ar.

É sensações opostas, porem, semelhantes. Juntas, é aqueles tipos de droga que faz o seu corpo ir do extremo, ao extremo. Será que os batimentos cardíacos são os mesmos? Quem garante que a felicidade não pode ser um tipo de estresse, só que o que causa boas sensações?

Tipo, do mesmo modo que estamos no auge da excitação, é bem parecido com o auge do estresse. O que muda é a felicidade ou a tristeza (ou raiva, etc.).

Um exemplo palpável, o dinheiro. Como ele causa boas sensações, ele também causa sensações horríveis. Quando te perguntarem se você gosta do simbolismo do dinheiro, você vai dizer que sim, ama e tal. Mas e a falta dele? Não deixa de ser o símbolo, mesmo na falta.

Digo o mesmo quando se trata de amor (amor existe?). Enfim, ele é lindo quando lido em poemas, cartas, livros. Mas só se sofre por amor. Então, é a mesma coisa. Porem nesse caso, só é bom na teoria.

Dizem que o mal existe para podermos enxergar o bem. O mesmo do escuro, a ausência da luz, enfim, só existe para sentirmos falta do bem e darmos valor a isso. Mas por quê? Parece que fomos feitos para sofrer, e assim querermos parar com isso (???).

Todos no mundo estão atrás de felicidade, até aquela pessoa que só faz merda, e você pensa: “essa pessoa aí não quer o bem pra ela, só quer a desgraça, é impossível querer o bem fazendo isso”. A explicação é que ela faz isso da forma errada, e eu e você também fazemos da forma errada, porem achamos ser o certo, como ela.

Quem sabe o que é o certo e o errado? Quem é o dono da razão? Se errar é humano, e isso é a coisa mais natural do mundo, e pensando que a probabilidade de haver ao menos uma pessoa no mundo com a razão é remota, quem poderia me afirmar que as regras, leis e formas de vivencia nesse mundo são as corretas? E não só isso. Moda, formas, jeitos, estilos, como fazer, como portar, como lidar...

Pensando nisso, só tenho a dizer que o certo e o errado estão dentro de cada um de nós. Existe o meu certo, e existe o seu certo, existe o certo de cada um, e nem um deve ser esnobado. Estresse, dinheiro, amor. Sofre quem quer. Não sofre quem consegue não se importar.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011


Todo mundo tem o seu momento, e independente de qual, ele deve ser respeitado. Quando eu fico triste, eu quero ficar triste. Quando eu fico raivosa, eu quero ficar raivosa. Eu mereço respeito, inclusive.

Eu não preciso ficar explicando. E não faço questão, inclusive.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

História

Eu amo meu carro, minha coleção de discos, e a minha casa nova. Estudei muito, e já tarde conheci uma mulher maravilhosa. Tive filhos, mas mal posso vê-los, pois trabalho muito para sustentá-los. Guardo dinheiro para fazer futuros investimentos, mas não tenho nada em vista. Mal vejo meus pais e parentes. Mas minha vida é boa!

Morri pela primeira vez. Senti-me extremamente arrependido, me senti até um pouco abandonado pelas minhas coisas. Deixei para traz as coisas que achava mais importante, meu carro, minha coleção de discos, a casa que eu havia a pouco terminado de quitar o financiamento. Meu emprego, que depois de estudar muitos anos, precisei ainda, com muito suor, trabalhar incansavelmente noites e noites para crescer. Minhas economias ficaram lá no banco, intocáveis por muito tempo, e agora, estou aqui, sem elas.

Voltei à vida. Comprei um carro maior, onde coubesse minha família e meu cachorro novo. Vendi minha coleção de discos e comprei CDs, no qual eu pudesse ouvir em qualquer lugar. Financiei uma casa na praia. Com o mesmo emprego, subi para um cargo onde eu ganhasse um salário maior, porém trabalhava mais também. Nas férias, gastava minhas economias indo à praia com a minha família.
 
Morri pela segunda vez. Me arrependi de ter comprado o carro maior e financiado uma casa na praia. Deixei muitas dividas para a minha esposa e meus filhos ainda adolescentes. Já, meus CDs não tinham muito valor emocional quanto tinham os discos. Meus filhos não tinham faculdade paga, pois havia gasto todas as economias curtindo as férias, e mesmo assim, mal os via durante o ano.

Voltei à vida. Paguei o carro e resolvi que não precisava de um novo. Vendi a casa da praia, e começamos a viajar muito menos, portanto, íamos a campings, fazíamos piqueniques e íamos a rios todos os fins de semana. Segui no mesmo emprego, no entanto, trabalhando bem menos. Jantava em casa, assistia a filmes com minha esposa e até aos jogos de futebol na TV com os amigos. Sobrava dinheiro, então arrumei uma amante. Inventei viagens de negocio para minha esposa, e gastei muito dinheiro com a amante. Não ia mais aos campings, não fazia mais piqueniques, não fui mais nos rios.

Morri pela terceira vez. Minha esposa triste, pois eu não transava mais com ela. Sabia de tudo e não me disse nada. Ela me amava e não teve coragem de pedir o divorcio. Aturou-me assim por alguns anos. Sinto-me envergonhado. Meus filhos, já adultos pegaram os acontecimentos no ar. Eles já não me amavam como antes, não me admiravam como antes. Fizeram suas famílias e se distanciaram de mim antes de morrer. Sinto-me sozinho. Solitário. Um morto solitário.

Voltei à vida. Minha esposa passou a amar-se mais do que amar a mim. Pediu o divorcio, e eu, entendendo meu erro, aceitei e assinei os papeis. Estou eu, meu carro e meus CDs, pois a casa e o cachorro ficaram com ela. Já não tenho economias e me sinto velho. Meu emprego eu perdi, pois rapazes mais novos e mais dispostos do que eu podem exercer minha função com mais energia. Já não ganho lá aquelas coisas, pois tive que me aposentar. Quem daria um emprego a um velho como eu? Meus filhos me ligam às vezes para saberem se eu ainda estou vivo. Moro em uma pensãozinha barata. Meu carro é grande, porem velho. Ele da muito problema, então eu o vendi. Com o dinheiro, fiz uma cirurgia de apêndice, que já não me deixava mais dormir. Meu colesterol estourou, minha diabetes apareceu. Meu corpo já não agüenta mais.
 
Morri pela ultima vez. Trabalhei demais. Meu corpo já não era mais como antigamente, quando eu estudava e achava que eu podia tudo. Gastei demais. Mesmo meus filhos não me amando como antes, me arrependo de não ter preparado o futuro deles. Amei-me demais. Perdi minha mulher e minha família brincando de ser super-homem quando eu era apenas um pai de família irresponsável. Deixei de sorrir e de ajudar por egoísmo. Morri como um velho sem alma, e me arrependo. Muito.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Timidez


Li em um blog que timidez é fofinho (??????????????????). Cara, eu não acho isso. É tri ruim ser tímida. Daí tu deve estar pensando: do que a Pê ta falando? Ela? Timida????????

Sim. Acredite se quiser. Eu sou extremamente tímida. Sagitarianos têm a mania de se auto-afirmar, tentando ser o que gostaria de ser, forçando a isso. Geralmente funciona, mas aquilo que tu eras no original continua ali, mesmo que no fundinho.

Eu sou tímida. Eu não tenho coragem para algumas coisas também. Tipo quando eu to afim de alguém.

Também eu tenho dificuldade para dizer o que eu penso quando está me abalando. Significa que: quando eu estou sofrendo por alguma coisa, quando o sentimento é muito forte, eu não consigo falar.

Daí uma amiga diz: para de escrever as coisas no blog e fala cara! MAS EU NÃO CONSIGO!!! Que droga.

Já que uma amiga tocou nesse assunto...

Bom, eu sempre tive relacionamentos com pessoas legais. Quando sério, é claro. Fui chamada de menina para casar, fui comparada com os mais diversos tipos de pessoas, e também, me amaram mesmo me odiando, em diversas ocasiões.

Disseram que eu tenho estilo, que eu provoco e que eu consigo o que eu quero. Disseram-me que eu seria a única de todas as meninas. Quiseram-me e não quiseram ao mesmo tempo. Tiveram medo de me fazer sofrer, e tiveram medo de sofrer.


Disseram-me que eu não valia nada, mas iam para a cama comigo, e voltavam. Ensaiaram piadas, poses, dizeres e tentaram me conquistar. Os únicos que conseguiram, foram os que não tentaram.

Tentaram descobrir meus segredos, mas descobriram por fim que nem eu os conheço, que apenas sou sincera e espontânea. Descobriram que aquela pessoa forte era mais sensível do que poderiam imaginar.

Ficaram a sós comigo e com medo do desconhecido. Eu disse que nada faria sem o consentimento. E me beijaram.

Disseram que eu sou a amiga mais show que conheceram, e disseram que eu sou demais. Notaram que eu viro o rosto quando ficavam nuas na minha frente. E começaram a forçar, tirando a roupa o tempo todo.

Chamaram-me esperando que eu tentasse. Entenderam que eu nunca iria entender indiretas tão “IN”.  Ficaram gostosas. De nada adiantou, então me agarraram.


Não é que eu seja passada, muito pelo contrário, apenas vivi bastante. Prezo uma amizade mil. Eu amo tanto meus amigos que posso até confundir por paixão. Mas é só até cair à ficha. Gosto mesmo é de coisas, que não devem ser ditas nesse post.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011


Uma pausa no trabalho escravo, e algumas palavras. Diga-se de passagem, que essas palavras vêm de uma pessoa que erra bastante, porem, em constante evolução, torna-se com o tempo um ser aceito no mundo dos deuses.

Mundo dos deuses.

Deuses esses, que apenas são deuses na hora de julgar. Diria que eles erram um pouco mais que eu, porém seu dedo indicador folhado a ouro celestial, diz tudo, sabe tudo, e sabe até qual seria o melhor caminho para eu tomar.

Todos são deuses na hora de julgar outra pessoa. Lembrando, que por ser um ser supremo, realmente deveria saber o que se passa. Entretanto, nada se sabe, apenas se imagina, como se fossem deuses magos com uma pequena/gigantesca bola de cristal onde aí tudo se adivinha. Detalhe: adivinham e falam como deveria de ser as situações, com o ar mais áureo possível, com os olhos cheios de sabedoria, e a boca com dentes afiados e uma língua comprida.

Digo, por fim, que as cobras que se olham no espelho e vêem anjos, estão sujando o chão por onde caminhamos, e sua saliva fica impregnada em nossos calçados, e entramos nas nossas casas e deixamos ali, sujo, todo o carpete onde as nossas crianças andam de pés descalços.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011


Eu escrevo o que eu quiser no meu blog.
Eu o uso de forma para me fazer pensar. PARA MIM MESMA!
Não pedi pra ninguém ler. E não vou pedir.

Se leu é por que quis, e são os meus pensamentos, não os seus. Não interfira.
Não me importa se concorda ou não.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Eu tenho um amigo maravilhoso. Ele é lindo aos meus olhos. Empresta-me o ombro sempre quando estou triste. Assiste filmes comigo e faz comentários nas horas propícias. Ele adora comédia romântica e gosta também de ouvir musicas tristes, e assim como eu.

Ele usa a mim para a sua felicidade, e me deixa usá-lo para a minha própria também. Fazemos coisas juntos o tempo todo. Alem de ele saber todos os meus segredos e eu os dele, ele também sabe os meus pontos fracos, e ao invés de tentar se sobressair usando isso, ele me protege e me ajuda a crescer.

Eu me senti mais forte quando comecei a amá-lo. Senti-me mais confiante, inclusive. Gosto de fazer todas as coisas que ele gosta de fazer, e ele diria o mesmo. Ele ama cantar para mim e para quem é sentimental como ele. Ele gosta de se dar pelos outros. E eu admiro muito isso nele.

Eu confio a minha vida a ele de uma forma linda.

Eu o vejo todas as vezes que eu olho para as minhas mãos. Eu o sinto todas as vezes que eu me emociono. Eu o ouço todas as vezes que eu fico confusa ou pensativa. Eu o amo cada vez mais quando o vejo através do espelho.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Eu gosto de sexo.


Pensando bem, eu gosto mais da conquista do que o sexo propriamente dito. Se a conquista for deliciosa, o sexo se faz com água na boca.


Quando demora, tem mais emoção. Olhares e bocas, às vezes um simples movimento e se saca tudo. A hora certa é agora.


Continua o jogo da conquista até o momento certo, aquela hora e aquele olhar que diz, é contigo. Então tu chamas para o teu lado, e continua a conquista. Enfim sós. Beija a boca, passa-se as mãos pelos braços, pernas, costas e barriga. Outros lugares, dependendo da pessoa.


Só que para a graça de tudo, a conquista não se deve terminar nessa hora. Ela tem que continuar. A conquista vai até quando você se interessar pelo jogo, pela brincadeira.


Até a chegada do momento final. Quem sabe jogar, continua a brincadeira.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Romances Ricos


Quem não queria ter um romance rico?Aquele romance com carro importado, com jantares chiques, viagens longas, cinema, flores, amigos divertidos, e por aí vai. Buscar o amor no trabalho, ou na Yoga, pagar o cafezinho, sentar em um pub com musica ao vivo em plena tarde. Ter um quadro de fotos com os dois se beijando, e o fundo de uma é Paris, em outro, Veneza, outro, Roma da Itália... 

“Vamos à praia esse final de semana?” “Vamos a uma pousada nesse feriado?” “Vamos passar uns dias em Gramado nesse inverno? Ah não, o Chile tem neve o ano todo, vamos ao Chile!” “Hoje vamos ficar deitados na banheira de hidromassagem conversando e ouvindo musica, meu amor.”

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Eu não quero endurecer, guardar rancor ou sofrer.


Eu só quero achar gente como eu para conviver.


Viver bem, sabe. Ser um pouco mais humana.

Texto tirado da conversa de duas sagitarianas


Por que será que fiquei deprimida? Foi por que eu me liguei em uns lances ontem de noite e hoje de manhã. Me caiu os butiá. Tipo, com relação a ninguém, ou com relação à todo mundo. É tri frustrante, e triste, sabe. Triste mas real. Parece que todo mundo age por interesse, e eu nunca me liguei disso. Sempre pensava comigo mesma, por que isso acontece comigo? Eu sou sempre tão acessível! Deixo tudo tão fácil, e ninguém valoriza. É, dá vontade de chorar. Acho que é por isso que eu sou frustrada em tanta coisa. Eu sou muito burra mesmo, depois de tanto tempo, só me liguei hoje.

Tu vai rir quando souber o que eu estava fazendo que eu me dei por conta. Eu estava em uma feira de frutas e legumes com a minha mãe hoje de manha, e estava tocando as mesmas musicas de baile que eu cantava quando eu estava na Banda 4 Estacoes. Daí eu me deprimi do nada, e comecei a pensar, tipo, ouvi as musicas, tinha raiva delas... Mas por que? Eu ouvia o homem cantando, a mulher cantando e tal, e pensei, não foi ruim essa época. E pensei, pensei, pensei... E lembrei por tudo que eu passei, como era difícil lidar com o Everton, e por que todo mundo dava tudo pra ele... Claro! Por que era ruim de lidar com ele! Dai caiu a ficha, e pensei em todo o resto, sabe, em todas as outras ocasiões, de quando eu jogava bola, de pequena, o por que acontecia aquilo. E hoje, com a banda do Guma que eu só vou fazer segunda voz e tocar guitarra. Com o time de futebol, que a outra goleira, mesmo ela sendo legal, não vai treinar, só reclama, nunca está junto... E eu aqui, tri massa com todo mundo, e quem que se fode? Eu, é sempre assim. As pessoas agem por interesse ou conveniência sempre. A guria não está lá, eu sirvo, dai quando ela está, eu fico no banco. Quando o cara estava, ele cantava. Quando não estava, eu servia. Acontece com todo mundo, e as vezes ate sem querer, sabe.

Daí todo mundo diz, tu é a melhor. Eu era melhor na banda, eu sou a melhor no futebol... E quem que é o numero 1???? Eu????????????????????? As pessoas chupam quem não quer estar presente, quem as faz de menos, e elas vão lá e chupam. E quem está aí só pra um abraço, ganham o abraço, e só (não que eu queira ser chupada auhsuhusauhs mas é um exemplo claro).

Não que eu me ache a melhor, sabe? Mas o que eu faço, eu dou o máximo, ao menos tento ser a melhor... Eu não espero glórias ou que fiquem me enchendo de elogios, eu faço por mim. Eu nunca me importei com isso, por que eu estou me importando agora? Eu não quero me importar. Eu estou assim por que é muita coisa acontecendo junto, tenho que relaxar. Mas sabe o lado bom de perceber tudo isso, é que a gente para de ser tão trouxa na vida. Ser trouxa é uma idiotice. Parar de colocar quem não merece em 1º lugar.

Todo mundo em primeiro lugar, não que não mereçam, mas se eu não cuidar de mim, quem cuida? Sabe, eu acredito que as pessoas possam se cuidar, mas pra funcionar, todas deveriam ser assim. O mundo seria lindo!

Sagitariana. Obrigada por isso! Obrigada Luci.

Ser bonzinho tem um custo alto, e que frustra.

A frustração é uma dor do estilo da dor do coração partido, porém, por sua vez, do coração que foi partido por um sonho não realizado, por uma escolha boba e que ocasionou arrependimento, por uma coisa idiota que o fez perder oportunidades, pelo simples fato de ser deixado pra trás, quando você soube do seu incrível potencial.

Eu passei a minha juventude toda sendo boa, acessível, compreensível, tolerante. Eu era uma pessoa fácil de lidar. Era incrível como chegar num consenso se tornava confortável. Eu expunha meu ponto de vista, ouvia o outro, e chegávamos, facilmente, em um ganha-ganha brilhante, onde todo mundo ganhava. Ou quase todo mundo.

Quando eu tinha 11, 12 anos, eu jogava bola. Eu era considerada a melhor goleira da escola. Nos campeonatos da escola, o meu time sempre ganhava. Já nos interescolares, eu era a reserva. A goleira titular não era tão boa quanto eu, mas eu era mais acessível, por mim tudo bem ser a reserva, desde que eu fosse a melhor. Só que ninguém se lembra dos reservas, mesmo que joguem mais.

Quando eu comecei a cantar, eu era a vocal feminino em uma banda de animação. Eu era a melhor, sabia fazer todos os tipos de becking vocal, tonalizes, timbres diferenciados, graves, agudos, vocalizações, eu tinha a melhor presença de palco, e como eu era acessível, cantava menos musicas em primeira voz, aparecia menos, etc... Quando fomos gravar nossa primeira musica, o cantor principal esnobou a musica e não queria gravar, e eu ai, há horas disposta para fazer três ou quatro uuu ou aaa durante a musica. Claro que todo mundo da mais atenção para a pessoa mais difícil, a mais chata, a mais nada.

Agora eu jogo em um time de futsal feminino, todas as meninas já crescidas. Eu sou a única que fica no banco o tempo todo. Não confiam em mim? Não sei, só saberei daqui a uns anos, quando parar pra pensar nisso. Eu sou acessível, não reclamo por estar no banco. E daí se a outra gosta de jogar o tempo todo na linha? Eu sou acessível, estou aí pra quando ela não conseguir mais caminhar, for atropelada, ou tiver alguma doença. Quem sabe arrumem outra pra ir ao lugar dela, e eu continue no banco de reservas.

Ser boa. Ser a melhor. Ser acessível. Ser incrível. Ser fácil. Ser uma merda da na mesma.
As pessoas ainda não aprenderam a valorizar quem não causa problemas, quem vai ensaiar ou treinar todos os dias marcados, não falta por nada, a que não vai deixá-las na mão.
Elas só enxergam o problema. Elas dão valor para o problema, enquanto eu, a amiga, a companheira, a que se da por completo para ser a melhor e conquistar seu titulo, fica aí, escondida atrás de um microfone, ou sentada em um banco, torcendo.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

E a gente nem sente a hora que mudamos de personalidade. Notamos quando vamos fazer alguma coisa que não faríamos em tempos atrás, ou no meu caso, não perdoar, coisa que eu fazia com muita facilidade. Trágico, drástico, bom ou ruim. Não sei.

Não vou me julgar agora, no calor da minha hora. Tenho certeza que o que eu fazia antes me frustrava menos, e era mais correto (será?).

Sei que eu estou com raiva de outra coisa também. É ridículo quando alguém fala coisas lindas, e na prática é um lixo. Eu não to com paciência pra dar exemplos. Na verdade não to com paciência nem de digitar. Vou tentar: cuide das pessoas, perdoe, ame a si, faça o bem para os outros. (troca de cena) eu chorando por uma amiga, e a boa samaritana, ao invés de conversar, esculacha, acha que to sofrendo por ela e me esnoba. Atitude eihm.

Eu ando com pouca paciência. E isso não é de mim. Eu sempre falei para confiarmos nas pessoas, esperarmos o melhor delas. Perdoar, amar, e esperar que elas mudem para o melhor. Eu também mudo. E quem disse que a forma que eu mudei não é pra melhor? Quem sabe agora eu estou mais bem armada contra quem quer fazer o mal. Ou quem não gosta o suficiente de mim pra eu dar a minha vida por essa pessoa. Ou simplesmente, por a mão no fogo.

Sabe, eu ando meio confusa ultimamente. Na verdade esse ano que está passando trouxe-me alegrias incontáveis, como algumas frustrações meio doentes. É como uma fruta doente. Não serve pra quase nada. Quase.

Esse texto eu to escrevendo pra mim mesma. Tentando entender um pouco da minha mente confusa. Desde os meus 12 anos que eu crio interrogações do tamanho do oceano inteiro, e quebrar esses tabu’s violentos não é uma tarefa fácil. Porem, não é impossível.


Todo mundo procura a felicidade. Quanto mais “normal” tu és mais infeliz tu ficas.

VIVA OS LOUCOS, assim como eu, que não comem casca de maça, e bebem para extravasar mesmo. Quem não quer viver na loucura, fique em casa.

domingo, 25 de setembro de 2011


Cidade Pequena

Em cidade pequena, existem dois tipos de cidadãos:
1.       Os que, para ocupar o seu tempo, e tornar suas vidas com algum sentido, julgam vidas e atitudes, falando maldades. Eles são completamente puros e exemplos significativos, pois vão à igreja, tem uma família problemática (maridos bêbados, filhos drogados, mal amada, mas isso em ambos os gêneros) mas mesmo assim são perfeitos o suficiente para julga-los. Lembrando que o simples fato de olhar pelos outros e não olhar por si é o suficiente para não ir para o céu.
2.       Os que, olhando para o tipo 1 de cidadão, reclamam disso, dizem que cidade pequena todo mundo vive de mascaras e fachadas, todos se importam com quem tem mais dinheiro ou se veste melhor, que ninguém tem estilo próprio, que é impossível ser feliz em um lugar onde ninguém te aceita como tu és. Porem, essas mesmas pessoas vivem de mascaras e fachadas, e mesmo depois de terem falado tanto que não podem viver como gostariam por ser uma cidade pequena, se vestem como todos os palhaços se vestem nesse lindo show de circo. Reclamam, mas nada fazem para a mudança. Em um dia, são os que se indignam com as atitudes, e no dia seguinte, são exemplos sólidos de que isso que eles disseram, é a mais pura verdade, é a prostituição da própria face para que os outros o aceitem como iguais.

Mentes Pequenas

As mentes pequenas são tanto o tipo 1 e o tipo 2 de cidadãos, e os outros que nem faço questão de explicar nesse post. Eles reclamam, e fazem igualzinho ao que eles julgavam errados. Quanto mais fodida a vida da pessoa, mais ela fala asneiras, mais ela se mete na vida dos outros, mais quer foder com a vida dos outros. A maldade é horrível.
  
Redes sociais de pessoas de cidade pequena

A rede social serve para você mostrar um eu mascarado que nem usando a mascara mais perfeita na rua, você não consegue mostrar. É um ser perfeito, sem defeitos, sem rugas na pele, sem amigos ruins. Ele é saudável, não bebe, não tem problemas, não tem inimigos, não anda com carro ruim, não tem amigos feios, tem filhos perfeitos, tem vida perfeita.
  
Celular em cidade pequena

Se o celular for meia boca, é preferível dizer que não tem.

Carro em cidade pequena

Você não tem dinheiro pra comprar uma cerveja no final de semana, mas você está com o carro do ano limpo, com som a todo volume, estacionado em algum lugar estratégico, com uma galera infinita ao seu redor que tu nem conhece. Caso tu tenha um carro meia boca, é preferível dizer que não tem.

Amigos em cidade pequena

Se o seu melhor amigo for feio, pobre, meio bobalhão, você só vê ele dentro de casa, onde ninguém possa ver. Se ele passar por você na rua, você da um oi discreto.

Desprezível.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011


Hoje eu quis do fundo do meu coração, escrever uma historia. Quando dei por mim, e já no começo da tal historia, percebi que não conseguia expor o que eu sentia em palavras. Não soube muito bem como eu poderia fazer isso, então pensei em pintar um quadro. Senti, que mesmo não tendo habilidade para o mesmo, seria apenas isso que faria sair tudo isso de mim. Reparei também, relembrando sentimentos semelhantes a esse, que essa vontade me persegue há muito tempo.

Acho que eu senti necessidade de escrever sobre essa minha vontade repentina e espontânea que vem de tempos em tempos me molestar. Às vezes eu tenho vontades bem estranhas, como essa de pintar. Já desenhei alguma coisa, sou doente por arte, mas nunca comprei um quadro para tentar esse tipo de coisa. É intenso.

Enfim, acho que eu estou com bastante coisa trancada aqui. Faz tempo que eu não escrevo uma música um poema, que eu não revoluciono meu quarto, ou a minha vida. Eu leio livros, assisto filmes, ouço musicas profundas, e isso apenas aumenta a minha necessidade de expressão pela arte. Seja por musica, por escritas, por luta, ou até por pintura.

É mais complicado do que parece. Ou sou eu quem complica?

sexta-feira, 16 de setembro de 2011


Hoje eu senti cheiro de semana farroupilha, de primavera, senti o cheiro que dá quando estamos próximos ao verão. Hoje me deu uma enorme alegria, senti uma emoção diferente e quis, realmente, sentir a excitação da aventura que o verão traz. Deu-me vontade de usar roupas mais leves, de andar com pessoas engraçadas. Eu quis ouvir musica boa, e que fosse legal. Hoje não sei o que é estar deprimida, não conheço nem uma pessoa que seja tensa. Acho eu, hoje, que o trabalho enobrece a alma e que todas as curvas de todas as coisas são lindas. Meus detalhes, lindos.

Sexo. Uhmm...
Alguns vão achar nojento, outros não vão gostar muito, e outros vão adorar:

Sexo é um prazer carnal, e como eu sou humana demais quando se trata disso, digo que sou digna de uma boa discussão ou de uma boa prática.

Sexo é como um esporte, você pratica com quem você gosta. Seja com quem você namora, com amigos, ou a três. Sexo é excitante, é emocionante, faz você mostrar caras e bocas que você não mostra no dia-a-dia. Você se transforma. Mostra seus instintos, mostra um você de dentro que só aparece dentre quatro paredes, ou no carro, ou em algum lugar inusitado que só você pensou nele.

Quem não faz sexo é frio, é inanimado, é chato. Enche o saco de quem faz.

Quem faz sexo é saudável, é divertido, é verdadeiro consigo, pois conhece até seu lado obscuro da excitação.

A prática do sexo nos deixa a cada vez com mais vontade. E quando chegamos à quase 20 orgasmos em uma noite, precisamos de mais 20.

sábado, 10 de setembro de 2011


Tem coisas que me tiram a paciência. Uma delas é quererem me esnobar. Sério, se eu, por algum acaso, desconfiar que estejam me esnobando, eu viro o diabo. É tão grave que eu posso ficar sem olhar na cara da pessoa por muito tempo. Me deixa invocada, é um erro fatal com a minha pessoa.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011


Bom dia setembro. Ver-te causa-me profunda emoção. Faz-me lembrar que o verão, época quente e cheia de esperança, chega em breve. Setembro lindo, por favor, faça-me ver sua luz, e o dinheiro em abundancia também. Faça-me ver que o tempo passa rápido, e que, como o tempo é o melhor remédio, as coisas ruins passam e ficam as boas. Mostre-me que a fé que possuo em todas as coisas, realmente vale à pena. Faça valer a pena, se possível.

Que os dias, um dia, possam ter mais de 24 horas, que em um dia apenas, eu possa trabalhar normalmente, ler um livro, assistir um filme, fazer minhas lições diárias, e dar atenção aos meus amigos. Não tenho tanta pressa para que isso aconteça, por enquanto, mas desde que aconteça um dia.

Setembro, que a tua historia anime-nos, e que todas as pessoas amenizem suas discórdias. Que todos possam ser amigos. Bom dia setembro. Seja bem vindo nesse ano 2011. Eu estou aqui há muitos dias nesse ano, e te faço cerimônia na tua entrada para ela ser gloriosa.

Bem vindo à nossa vida. (e que a semana farroupilha, nesse querido setembro, seja na praça esse ano).