E minha vontade de lançar minhas palavras para fora doe, mas
é uma dor gostosa, e tem um gosto doce de “para sempre”. Eu, dizendo todas as
noites na hora sagrada, antes de dormir, que por mais que eu pudesse agradecer,
nunca seria o suficiente. Que tanto meus agradecimentos, quanto minhas atitudes
querendo ser perfeitas, nunca seriam o suficiente para o quão é merecedora essa
paixão.
Que poder olhar para os seus olhos não teria preço a ser
pago. Que poder pegar em suas mãos e beijar a sua boca é muito mais valioso do
que poder enxergar o mundo.
São coisas que eu gostaria de escrever, mas eu prefiro falar
pra você.
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