terça-feira, 16 de outubro de 2012


Pelas minhas veias corre a mais limpa musica tocada a ritmo de coração, e já minhas palavras saem cantadas, tanto quanto meu caminhar virou uma dança infinita. Não consigo mais explicar o que penso, pois às vezes sai com timbre de violino e uma melodia melancólica, ou então batida como um eletrônico agitado, misturado com uma emoção colorida.

Sinto que no sangue pulsa ondas sonoras e cores, e então descubro que eu sou arte, como uma pintura inacabada, apenas esperando o tempo e o ambiente continuar a me pintar em formato 3D para que eu possa sair da tela mais viva e reluzente do que quando eu estava apenas na imaginação.

E quando eu me for, vou ficar na memória de cada um de uma forma única, onde cada um me ouve e me vê de uma forma diferente. Meu som, minhas cores, meu eu puro e limpo. E no fim, só restarão marcas de tinta vermelha no chão.

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